
Além de escritor, Camarneiro é investigador e professor universitário. Foi membro do GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e do grupo musical Diabo a Sete, tendo ainda integrado a companhia teatral Bonifrates. Trabalhou no CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear), em Genebra, e concluiu o doutoramento em Ciência Aplicada ao Património Cultural em Florença.
O júri do Prémio LeYa é constituído por escritores como Manuel Alegre, Nuno Júdice, Pepetela, para além de outras personalidades; o prémio de 100 mil euros é o maior em valor pecuniário no domínio da literatura de expressão portuguesa.